Dicas de Salta e Jujuy (o caminho a Cafayate)

Abusou!

Um dos belos passeios a partir de Salta é ir a Cafayate, cidade que está a 1.700 metros acima do nível do mar e é conhecida pelos excelentes vinhos produzidos, em especial o Torrontés. Para chegar até lá, tomamos a rodovia 68, a “Ruta Del Vino”.

Cenário que a natureza levou anos preparando para a gente

De Salta até Cafayate são apenas 180 km,  em uma estrada totalmente asfaltada, bem sinalizada e com pouco trânsito, mas a gente levou seis horas!!!

Isto porque o caminho é alucinante, especialmente a região da Quebrada das Conchas ou Quebradas do Cafayate.  A gente parou para ver cada detalhe.

Este vale do rio Las Conchas possui formações rochosas vermelhas que seguem o leito do rio formando vales e desfiladeiros, e tem, ainda por cima, a Cordilheira dos Andes como pano de fundo.

Pão quentinho feito no forno à lenha

Além das paradas para fotos e explorações, paramos para lanchinhos (pão quente com café, oferta irresistível) e para “caçar” as llamas mas fotogênicas!

Nesse caminho, pelo menos dois pontos imperdíveis: a Garganta do Diabo e o Anfiteatro (com acústica impecável), além da própria Quebrada das Conchas.

Pra gente não esquecer do nosso real tamanho nesse planeta

A gente levou tanto tempo no caminho que quando chegou a Cafayate já estava na hora de voltar. Aviso aos navegantes: se não tivesse que voltar para um compromisso na cidade, teria dormido em Cafayate e seguido de lá para Cachi (passeio que a gente não fez porque não deu tempo e sei que é um dos mais lindos).

Cafayate

Cafayate é um pueblito, com uma pracinha no meio e muito vinho pra tomar! São pelo menos 25 bodegas, sendo que as mais conhecidas são El Esteco, Etchart, Fica Quara e Vasija Secreta. Algumas delas possuem restaurantes e outras são hotéis-spa, como o Patios de Cafayate. 

Essa região é para provar o Torrontés

Bodega El Esteco

Ideal para ficar no solzinho vendo a vida passar

A gente optou por comer uma coisa leve, tomar um sol na praça e depois zarpar para casa. Foi aí que  encontramos dois argentinos que estão viajando pela América do Sul numa kombi. Imagina se o Edu não parou “prum dedo de prosa”. Quem sabe alguém mais se inspira…

Detalhe para a biblioteca coberta acima da cabine do motorista

Na volta, a cor das rochas era assim como na foto abaixo. Não tem filtro, não tem nada. Fica a dica: deixem para fotografar as pedras na volta!

Esse é o caminho das conchas.Porque aqui um dia foi mar!

Tchau Cafayate!

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