Circuito Rodin em Buenos Aires

A capital argentina tem uma coleção considerável de trabalhos do escultor francês Auguste Rodin (1840-1917).

O maior acervo do artista está em Paris, claro, no Museu Rodin, mas em Buenos Aires podemos ver algumas de suas obras mais emblemáticas, como O Pensador e O Beijo.

Foto Estado de Sao Paulo

 

A peça mais representativa de Rodin na cidade – um dos oito originais de O Pensador realizados durante a vida do artista (outros 14 foram feitos com seu molde após sua morte) – é também a menos cuidada, atacada por vândalos de tempos em tempos.

A estátua, assinada pelo escultor na base, está instalada em frente ao edifício do Congresso Nacional, no final da Avenida de Maio.

Foto MIra Baires

 

 

 

Amor fugit

O Museu Nacional de Belas Artes possui outros 30 trabalhos de Rodin em exposição, entre elas o clássico “O Beijo”, e uma das minhas preferidas, “Amor fugit”, 1880/1882.

Outros destaques são  “A Terra e a Lua”, de 1899, que mostra de forma alegórica o planeta e seu satélite – com formas humanas – como dois apaixonados – e  a escultura que representa a cabeça do escritor francês Honoré de Balzac.

Pertinho dali, o Museu Nacional de Arte Decorativo, ex-palacete Alvear-Errazúriz, abriga dois outros trabalhos de Rodin: “A eterna primavera”, amantes entrelaçados em mármore, e também a maquete de uma chaminé monumental, não executada pela família que encomendou o trabalho na época por ser muito cara.

Por fim, outra estátua de Rodin em Buenos Aires, quase desconhecida pelos próprios portenhos, é a que retrata um dos heróis da História argentina, o presidente Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888). Esta obra, de 2 metros de altura – e outros cinco metros na base – localiza-se nas esquinas das avenidas Sarmiento e Libertador, nos parques de Palermo.

Sarmiento

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