Historietas x la Identidad

IvanFinaCarlucci

por Salvador Sanz

 

Miralas. Leelas bien.

Alguna puede ser tu historia.

Ojalá estés por acá.

Essas “abuelas” não param de aprontar!

Aprontar coisas boas, reencontros, como o que vimos este mês, com a recuperação da neta 110. 

Mas para isso elas trabalham sem parar, muitas vezes investindo em propostas bacanas e alternativas para ajuda em sua busca, como este projeto em em parceria com a Biblioteca Nacional.

Chama-se Historietas x la Identidad, uma coleção de 30 histórias em quadrinhos, de diferentes autores e estilos, que têm um objetivo comum: contar a história uma das 500 crianças que foram roubadas do cativeiro durante a última ditadura militar. Importante: as histórias são verdadeiras!

As avós pediram aos realizadores que incluíssem as fotos dos pais, e que a principal voz fosse a de um dos irmãos, ou irmão, do neto ou neta buscada. Eles receberam um breve relato biográfico, algumas fotos do grupo familiar e entraram em contato as familias para que, juntos, pudessem buscar as linhas do trabalho a seguir.

Os trabalhos estão na Plaza Rayuela , exibidos em seu original, e com documentação complementar na Sala Leopoldo Lugones, no hall de entrada do edifício, até o final de março. 

Quem não está em Buenos Aires pode espiar todos elas aqui em tamanho GRANDE.

ANOTEM NA AGENDA, POR FAVOR: dia 6 de março, às 19h, na Sala Juan L. Ortiz, será realizado um ato com a participação das Abuelas, netos e os desenhistas dos quadrinhos no marco do Mês da Memória e da mostra Historietas x la Identidad.

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por Rodolfo Santullo (roteiro) e Marcos Vergara (desenho)

NicolasPlacciGarofalo

por Fernando Calvi

 

 

1 Comment

  • Nine Copetti disse:

    Caramba, sempre ouvimos falar dessas histórias, dos manifestos realizados pelas “abuelas”, inclusive quando estivemos aí, se não me engano, houve um desses manifestos. Que bom ver que encontraram uma forma criativa e muito bacana de mostrar um pouquinho desse lado da história e ao mesmo tempo alimentar a esperança dos que ainda se encontram em estado de busca ao mesmo tempo também de não deixar que a memória dessas pessoas se apague, né! Incrível o que a ONG dessas “abuelitas” faz, o trabalho incessante delas pela busca dessas crianças desaparecidas, hoje adultas e certamente também em busca de suas origens.

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