1.000 Km de Nordeste: dicas de Olinda (Pernambuco)

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Caminhar e curtir o visú

O melhor de Olinda é perambular pelas ruas, subir e descer ladeira, deliciar-se com as vistas da cidade.

E, obviamente, conferir todos os fabulosos azulejos do Convento de São Francisco e o adornado altar da igreja e Mosteiro de São Bento.

Para se ter noção da preciosidade que é o Mosteiro de São Bento, é bom saber que, em 2001, a igreja do local teve o seu altar-mor de 13 toneladas desmontado e enviado para Nova York para integrar uma exposição no museu Guggenheim. O Mosteiro é a expressão máxima do barroco em Olinda.

Algumas dicas:

POUSADA DO AMPARO – A pousada do Amparo é linda e está localizada numa das mais antigas e badaladas ruas de Olinda, a rua do Amparo, cheia de ateliês de artistas plásticos e bem em frente ao Bar do Véio (onde a gente bateu ponto todos os dias).

O lugar faz parte da Associação de Hotéis Roteiros de Charme e fica num antigo casarão colonial, onde eles mantém uma galeria de arte com exposição permanente do trabalho de vários pintores pernambucanos.

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A nossa janela era essa aí da frente ! Foto: Gisele Texeira

 

São dois sobrados. Num deles ficam alguns quartos, a cozinha, em estilo colonial rústico, e o Restaurante Flor de Coco, construído com madeira antiga e adornado com espadas holandesas e barris de carvalho. Do restaurante a gente tem uma uma visita para o centro de Olinda e para Recife. As mesas são cercadas por um jardim tropical colorido e uma piscina super convidativa! A gente ficou nesta parte no primeiro dia, num quarto de frente para a rua.

Em função de um problema na água quente do banheiro, eles nos deram um SUPER upgrade e nos mudamos para um quarto super hiper top plus, na outra parte da pousada, com cama com dossel e banheira antiga. Amamos!

 

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ATELIER DO SERGIO VILANOVA Foto http://www.latinoamerica.it/

ATELIÊS de Olinda – Para quem gosta de pintura e escultura, caminhar pelas ruas bucólicas da Cidade Alta pode trazer surpresas. Muitos artistas recebem visitas em seus ateliês para uma boa conversa sobre tintas e cores. Indico fortemente o de SERGIO VILANOVA, bem em frente à pousada do Amparo.

[headline]Se der, comprem algo dele, os preços são bem camaradas. É o Carnaval pintado! Tá tudo lá.[/headline]

BODEGA DO VEIO –  E do ladinho do atelier fica a Bodega do Véio, um lugar que tem super cara de boemia, com balança sobre o balcão, garrafas de cachaça nas prateleiras, condimentos, enlatados, doces, baleiro, manteiga de garrafa e salgados típicos. Botecão das antigas, é bastante frequentado por conta da cerveja gelada e dos petiscos.

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Bodega do Véio: O que você imaginar, tem!

 

TRÊS RESTAURANTES JÁ CLÁSSICOSOFICINA DO SABOR — o mais tradicional da cidade, com seus pratos servidos no jerimum (abóbora), BEIJUPIRÁ —  no anexo da Pousada do Amparo e PATUÁ — cozinha criativa do mar em frente ao Mercado da Ribeira. Nos indicaram também a Casa de Noca, mas no dia que a gente foi eu não gostei. Para muitos é a melhor, mais saborosa e mais cremosa macaxeira já servida em todos os tempos. Fica na rua Bertioga, 243.

Não deixe de prestigiar os músicos de rua, que estão em vários pontos da cidade. Abaixo, duas feras que, com o berimbau, passam em menos de dois minutos pelos seguintes ritmos: capoeira, maculelê, maracatu e samba de roda.

 

GALERIA DE FOTOS de OLINDA

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