Depois da crise de 2001, muitos empregados argentinos tomaram as rédeas de fabricas falidas, as recuperaram e viraram seus próprios patrões – uma alternativa ao desemprego que tirou do buraco 162 firmas quebradas e deu trabalho a mais de 20 mil pessoas. A história desse movimento virou um livro, chamado “Sin patrón- Fábricas y Empresas







